De Atlanta para o mundo, a Sociedade Americana de Hematologia convidou milhares de especialistas a juntarem-se ao evento que junta a Ciência e a Medicina e que dá novo fôlego à Hematologia. Agora, convidamo-lo a ver o best of da reunião. São dois minutos em vídeo que o levam por quatro dias da ASH Meeting 2017.
Quatro dias de intensa partilha científica chegam hoje ao fim. Os mais de 25 mil especialistas que encheram os vários edifícios do Georgia World Congress Center preparam-se agora para regressar às suas cidades ou países de origem, com um novo manancial de informação sobre as doenças hematológicas. Do hemisfério norte ao hemisfério sul, o evento organizado pela Sociedade Americana de Hematologia permitiu a todos os participantes fazerem uma revisão sobre os temas com que lidam diariamente, assegurando uma atualização consistente dos seus conhecimentos. Agora, é tempo de colocar os novos saberes em prática.
Numa altura em que se assistem, em todo o mundo, a movimentos para se reforçar fronteiras e condicionar a circulação das pessoas, a Sociedade Americana de Hematologia (ASH) fez da multidisciplinariedade, interculturalidade e inclusão as suas palavras de ordem. A assinalar a abertura oficial da ASH Annual Meeting 2017 e após o simpósio conjunto com a Associação Europeia de Hematologia, teve lugar uma cerimónia de entrega de prémios a personalidades singulares da Hematologia norte-americana. Em cada discurso de vitória, a mesma mensagem fundamental: membros e não membros da ASH devem combater o preconceito e garantir a todos os interessados o acesso aos programas educacionais e de formação, pois a partilha de experiências e de competências não se pode limitar a uma cor, origem ou nacionalidade.
A investigação portuguesa marca presença na reunião anual da American Society of Hematology (ASH 2017). Entre os trabalhos nacionais submetidos e aceites pela organização da ASH 2017, destacam-se três realizados no Instituto de Medicina Molecular (iMM), sob orientação do Prof. Doutor João Forjaz Lacerda. Em entrevista, o hematologista faz um apanhado das investigações. Veja o vídeo.
A investigação e a prática clínica juntam-se no Georgia World Congress Center até 12 de dezembro, tornando a cidade de Atlanta no epicentro da atualização em Hematologia. No arranque oficial da principal reunião mundial da especialidade, os mais de 25 mil participantes acordaram para uma cidade coberta de neve e temperaturas mínimas. Veja as primeiras fotografias da ASH 2017.
Para proporcionar uma experiência altamente enriquecedora e a fim de facilitar a organização da agenda de cada um dos participantes, a 59th ASH Anual Meeting and Exposition disponibiliza uma aplicação móvel que já está disponível para download nas lojas virtuais habituais.
A comunidade de Hematologia portuguesa faz-se representar em Atlanta, Geórgia, na 59.ª edição da Reunião e Exposição Anual da American Society of Hematology (ASH 2017). São vários os especialistas portugueses que contribuíram com a sua experiência e conhecimento e que participaram em investigações que agora são apresentadas no maior evento mundial dedicado à Hematologia, levando a investigação nacional além fronteiras.
Dinâmica e vibrante, a cidade de Atlanta, na Geórgia, é o local escolhido para mais uma edição da Reunião e Exposição Anual da American Society of Hematology (ASH 2017), o evento científico por excelência das doenças hematológicas malignas e não malignas.







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